Egressos e veteranos da Arqueologia conquistam 20% das aprovações em concurso do Iphan

O curso de Arqueologia da PUC Goiás ganha destaque nacional por sua excelência acadêmica. Dos 119 aprovados no último processo seletivo do Instituto Histórico e Artístico Nacional (Iphan), realizado em março deste ano, 25 são egressos ou veteranos da universidade, representando 20% das aprovações.

Segundo o coordenador do curso, prof. Marcos Paulo, esse resultado evidencia a excelência de um curso consolidado, que alinha tradição com inovação acadêmica. Entre os cursos de graduação da área criados no Brasil nos anos 2000, o da PUC Goiás foi um dos primeiros.

“Nossos professores são pesquisadores atuantes, com redes internacionais e publicações em revistas de alto impacto. Essa dinâmica garante que os estudantes não apenas dominem as técnicas de escavação e análise de materiais, mas também ampliem horizontes, participando de publicações, parcerias globais e intercâmbios”, destacou o coordenador.

O docente enfatizou ainda que o curso buscar preparar os estudantes para os desafios do futuro por meio de metodologias atualizadas e oportunidades de internacionalização. Além disso, equilibra teoria robusta com prática qualificada.

“Para nós, o passado é estudado com as ferramentas do presente e nosso objetivo é formar profissionais capacitados para os desafios do futuro”, concluiu.

Vale destacar que desde sua criação em 2006, é a única graduação em Arqueologia no Brasil a receber a nota máxima (5) do Ministério da Educação (MEC), reconhecimento obtido em 2017 .​

Sobre o curso

O curso, vinculado à Escola de Formação de Professores e Humanidades, tem duração de três anos e meio, totalizando 2.640 horas distribuídas entre atividades em sala de aula, laboratório e campo . A formação enfatiza a integração entre teoria e prática com o objetivo de preparar os acadêmicos para atuar em diversas áreas, como pesquisa acadêmica, mapeamento de territórios e assessoria em políticas patrimoniais.

Mais informações podem ser obtidas neste link.

 

Foto: Arquivo da Dicom (Weslley Cruz)